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CONTEÚDOS
– I TRIMESTRE – 2026 |
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Literatura
Pré-Modernismo Graça Aranha - Canaã Euclides da Cunha – Os sertões
(a terra, o homem e a luta) Lima Barreto – Triste fim de
Policarpo Quaresma; Clara dos Anjos; Recordações do escrivão Isaías Caminha;
O homem que sabia javanês. Monteiro Lobato: Urupês,
Reinações de Narizinho (A menina do narizinho arrebitado), O Poço do Visconde,
O escândalo do petróleo e O presidente negro. Augusto dos Anjos: Eu Vanguardas europeias (estudar ficha de revisão e
avaliação 3) Estude
as telas apresentadas (disponível no blog: http://leonardoferreiraprofessor.blogspot.com/). Modernismo em Portugal 1915
– Revista Orpheu Fernando Pessoa: heterônimos (Álvaro
de Campos, Alberto Caeiro e Ricardo Reis); ortônimo (o próprio Fernando
Pessoa assina as produções). Mário de Sá-Carneiro José Almada Negreiros O
interregno (a ditadura em Portugal) Florbela Espanca Modernismo no Brasil (Primeira fase – fase heroica) Semana
de Arte Moderna – Teatro Municipal de São Paulo – 13, 15 e 17 de fevereiro de
1922. Mário de Andrade Oswald de Andrade Manuel Bandeira Obs. 1: Estudar livro didático da
página 14 até a página 68. Obs. 2: Estudar as fichas e as
anotações.
Análise
Linguística Coesão
e coerência (ficha e avaliações 1 e 2) Progressão
textual (anotações) Sintaxe do período composto: orações coordenadas
(aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas e explicativas); orações
subordinadas substantivas (subjetivas, objetivas diretas, objetivas
indiretas, completivas nominais, predicativas e apositivas); orações
subordinadas adjetivas (restritivas e explicativas); orações subordinadas
adverbiais (causais, comparativas, condicionais, concessivas, consecutivas,
conformativas, finais, proporcionais e temporais). Diferença entre: orações coordenadas
explicativas, aposto, orações subordinadas substantivas apositivas, orações
subordinadas adjetivas explicativas e orações subordinadas adverbais causais.
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Imagem da mural: "Vi o mundo... Ele começava no Recife". No original, a peça artística tem 13 metros e está exposta no Museu de Arte do Rio.
Abaporu (1928), Tarsila do Amaral
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