quinta-feira, 4 de junho de 2026

PRODUÇÃO DE TEXTO - OS PERIGOS DA AUTOMEDICAÇÃO - CAUSAS - CONSEGUÊNCIAS - ARGUMENTAÇÃO - PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO

 AUTOMEDICAÇÃO

Como enfrentar e superar a realidade da automedicação no Brasil?



INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO

1.      O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.

2.      O texto definitivo deve ser escrito à tinta preta, na folha própria, em até 30 (trinta) linhas.

3.      A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para a contagem de linhas.

4.      Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:

4.1. Tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “texto insuficiente”;

4.2.Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo;

4.3.Apresentar parte do texto deliberadamente desconectado do tema proposto;

4.4.Apresentar nome, assinatura, rubrica ou outras formas de identificação no espaço destinado ao texto.

TEXTO 1

Automedicação é um hábito comum de 90% dos brasileiros

Uso frequente de medicamentos sem prescrição traz riscos e pode favorecer resistência bacteriana e complicações futuras

Uma pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) revela que nove entre dez brasileiros tomam medicamentos sem prescrição. Segundo a pesquisa de 2024, a automedicação é mais comum para sintomas como dores de cabeça, gripes, resfriados, febres e dores musculares. Para esses casos mais corriqueiros, em que os problemas de saúde tendem a se resolver sozinhos e a automedicação é feita com medicamentos de venda livre como analgésicos e antitérmicos, ela pode ser adequada desde que se siga as orientações de bula. Para além disso, a prática possui diversas contraindicações por conta de seu risco à saúde, incluindo o aumento de resistência bacteriana e surgimento de infecções mais difíceis de serem tratadas.

Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/automedicacao-e-um-habito-comum-de-90-dos-brasileiros/ Acesso em: 01 jun. 2026.


TEXTO 2

Anvisa emite alerta para risco de pancreatite aguda associada ao uso indevido de canetas emagrecedoras

Reação adversa é prevista em bula, mas uso fora das indicações aumenta a probabilidade desse evento

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta de farmacovigilância para ressaltar os riscos do uso indevido de medicamentos agonistas do receptor GLP‑1 — classe que inclui a dulaglutida, a liraglutida, a semaglutida e a tirzepatida. Embora o risco já conste nas bulas aprovadas no Brasil, as notificações têm aumentado no cenário internacional e nacional, o que exige reforço das orientações de segurança. 

Conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”, esses medicamentos devem ser utilizados exclusivamente conforme as indicações aprovadas em bula e sob prescrição e acompanhamento de profissional habilitado.  

O devido monitoramento médico é motivado justamente pelo risco de eventos adversos graves, como pancreatite aguda, que podem incluir formas necrotizantes e fatais. Apesar do alerta, não houve mudança na relação de risco e eficácia dessas substâncias. Ou seja, os benefícios terapêuticos ainda superam os efeitos adversos, de acordo com as indicações e modos de uso aprovados e constantes da bula. 

Recentemente a autoridade reguladora do Reino Unido (MHRA) informou que registrou, entre 2007 e outubro de 2025, 1.296 notificações de pancreatite relacionadas aos usuários desses medicamentos, incluindo 19 óbitos. No Brasil, de 2020 até 7 de dezembro de 2025, houve o registro de 145 notificações de suspeitas de eventos adversos e seis suspeitas de casos com desfecho de óbito.  

TEXTO 3

 


 


 

TEXTO 4



O Globo. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2026/03/29/receita-acha-canetas-emagrecedoras-ate-em-bichinhos-de-pelucia-e-apreensoes-disparam.ghtml Acesso em: 01 jun. 2026.

TEXTO 5



PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Como enfrentar e superar a realidade da automedicação no Brasil?”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.


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