II UNIDADE - 2o. ANO - 2019
ESTUDE MAIS!
LIVRO DIDÁTICO, ANOTAÇÕES, PESQUISAS, PLATAFORMA, "SLIDES" E FICHA DE EXERCÍCIO
LITERATURA
A PROSA ROMÂNTICA NO BRASIL
O ROMANCE INDIANISTA
O ROMANCE HISTÓRICO
O ROMANCE REGIONALISTA
O ROMANCE URBANO
José de Alencar
Visconde de Taunay
Franklin Távora
Bernardo Guimarães
Manuel Antônio de Almeida
O TEATRO ROMÂNTICO
Martins Pena
LÍNGUA E LINGUAGEM
Numeral: flexão dos numerais, tipos, usos etc.
Pronome: flexão, tipos, usos etc.
PRODUÇÃO DE TEXTO
A CRÔNICA EM FOCO
DISSERTAÇÃO-ARGUMENTATIVA
segunda-feira, 13 de maio de 2019
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
1o. ANO - LINGUAGEM, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
LÍNGUA E LINGUAGEM
PROPOSTA DE ENSINO (Conteúdo geral, metodologia, avaliação, bibliografia etc.)
REVISÃO GERAL - o que você aprendeu?
Língua - é um sistema de representação socialmente construído, constituído por signos linguísticos (ABAURRE, 2008, p. 201).
Linguagem - é uma atividade humana que, nas representações de mundo que constrói, revela aspectos históricos, sociais e culturais. É por meio da linguagem que o ser humano organiza e dá forma às suas experiências. Seu uso ocorre na interação social e pressupõe a existência de interlocutores (ABAURRE, 2008, p. 201).
LITERATURA
ARTE E REPRESENTAÇÃO (realidade x ficção)
O QUE É ARTE?
A ARTE DA LITERATURA
A LITERATURA NOS FAZ: "sonhar", refletir, acompanhar a trajetória humana, denunciar a realidade etc.
A LINGUAGEM DA LITERATURA
OS GÊNEROS LITERÁRIOS
PRODUÇÃO DE TEXTO
DISSERTAÇÃO-ARGUMENTATIVA (orientações iniciais)
ESTUDE MAIS!!!
ENEM
SSA - UPE
........................................................................
REVISÃO
Resposta: C
PROPOSTA DE ENSINO (Conteúdo geral, metodologia, avaliação, bibliografia etc.)
REVISÃO GERAL - o que você aprendeu?
Língua - é um sistema de representação socialmente construído, constituído por signos linguísticos (ABAURRE, 2008, p. 201).
Linguagem - é uma atividade humana que, nas representações de mundo que constrói, revela aspectos históricos, sociais e culturais. É por meio da linguagem que o ser humano organiza e dá forma às suas experiências. Seu uso ocorre na interação social e pressupõe a existência de interlocutores (ABAURRE, 2008, p. 201).
LITERATURA
ARTE E REPRESENTAÇÃO (realidade x ficção)
O QUE É ARTE?
A ARTE DA LITERATURA
A LITERATURA NOS FAZ: "sonhar", refletir, acompanhar a trajetória humana, denunciar a realidade etc.
A LINGUAGEM DA LITERATURA
OS GÊNEROS LITERÁRIOS
PRODUÇÃO DE TEXTO
DISSERTAÇÃO-ARGUMENTATIVA (orientações iniciais)
ESTUDE MAIS!!!
ENEM
SSA - UPE
........................................................................
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Revisão
01. Leia e responda
Gerente: Boa tarde. Em que eu posso ajudá-lo?
Cliente: Estou interessado em financiamento para compra de veículo.
Gerente: Nós dispomos de várias modalidades de crédito. O Senhor é nosso cliente?
Cliente: Sou Júlio César Fontoura, também sou funcionário do banco.
Gerente: Julinho, é você, cara? Aqui é a Helena! Cê tá em Brasília? Pensei que você inda tivesse na agência de Uberlândia Passa aqui pra gente conversar com calma.
Na representação escrita da conversa telefônica entre a gerente do banco e o cliente, observa-se que a maneira de falar da gerente foi alterada de repente, devido:
A) à adequação de sua fala à conversa com um amigo, caracterizada pela informalidade.
B) à iniciativa do cliente em se apresentar como funcionário do banco.
C) ao fato de ambos terem nascido em Uberlândia (Minas Gerais)
D) à intimidade forçada pelo cliente ao fornecer seu nome completo.
E) ao seu interesse profissional em financiar o veículo de Júlio.
Resposta: A
02.(ENEM) Leia atentamente e responda:
S.O.S Português
Por que pronunciamos muitas palavras de um jeito diferente da escrita? Pode-se refletir sobre esse aspecto da língua com base em duas perspectivas. Na primeira delas, fala e escrita são dicotômicas, o que restringe o ensino da língua ao código. Daí vem o entendimento de que a escrita é mais fala, e seu ensino restringe-se ao conhecimento das regras gramaticais, sem a preocupação com situações de uso. Outra abordagem permite encarar as diferenças como um produto distinto de duas modalidades da língua: a oral e a escrita. A questão é que nem sempre nos damos conta disso.
O assunto tratado no fragmento é relativo à língua portuguesa e foi publicado em uma revista destinada a professores. Entre as características próprias desse tipo de texto, identificam-se as marcas linguísticas próprias do uso:
A) regional, pela presença de léxico de determinada região do Brasil.
B) literária, pela conformidade com as normas da gramática.
C) técnico, por meio de expressões próprias de textos científicos
D) coloquial, por meio do registro de informalidade
E) oral, por meio do uso de expressões típicas da oralidade
Resposta: C
Gerente: Boa tarde. Em que eu posso ajudá-lo?
Cliente: Estou interessado em financiamento para compra de veículo.
Gerente: Nós dispomos de várias modalidades de crédito. O Senhor é nosso cliente?
Cliente: Sou Júlio César Fontoura, também sou funcionário do banco.
Gerente: Julinho, é você, cara? Aqui é a Helena! Cê tá em Brasília? Pensei que você inda tivesse na agência de Uberlândia Passa aqui pra gente conversar com calma.
A) à adequação de sua fala à conversa com um amigo, caracterizada pela informalidade.
B) à iniciativa do cliente em se apresentar como funcionário do banco.
C) ao fato de ambos terem nascido em Uberlândia (Minas Gerais)
D) à intimidade forçada pelo cliente ao fornecer seu nome completo.
E) ao seu interesse profissional em financiar o veículo de Júlio.
02.(ENEM) Leia atentamente e responda:
S.O.S Português
Por que pronunciamos muitas palavras de um jeito diferente da escrita? Pode-se refletir sobre esse aspecto da língua com base em duas perspectivas. Na primeira delas, fala e escrita são dicotômicas, o que restringe o ensino da língua ao código. Daí vem o entendimento de que a escrita é mais fala, e seu ensino restringe-se ao conhecimento das regras gramaticais, sem a preocupação com situações de uso. Outra abordagem permite encarar as diferenças como um produto distinto de duas modalidades da língua: a oral e a escrita. A questão é que nem sempre nos damos conta disso.
O assunto tratado no fragmento é relativo à língua portuguesa e foi publicado em uma revista destinada a professores. Entre as características próprias desse tipo de texto, identificam-se as marcas linguísticas próprias do uso:
A) regional, pela presença de léxico de determinada região do Brasil.
B) literária, pela conformidade com as normas da gramática.
C) técnico, por meio de expressões próprias de textos científicos
D) coloquial, por meio do registro de informalidade
E) oral, por meio do uso de expressões típicas da oralidade
Resposta: C
Literatura
Gêneros literários
Gênero épico
Gênero lírico
Gênero dramático
Trovadorismo
Origem
Contexto histórico
Produção literária
Cantigas líricas (de amor e de amigo)
Cantigas satíricas (de escárnio e de maldizer)
Revisão
01. Leia os fragmentos abaixo para responder à questão:
I.
"A serena, amorosa Primavera,
O doce autor das glórias que consigo,
A deusa das paixões e de Citera;
Quanto digo, meu bem, quanto não digo,
Tudo em tua presença degenera.
Nada se pode comparar contigo(...)".
Nada se pode comparar contigo - Bocage
II.
"Canta, ó deusa, a cólera de Aquiles, o Pelida
(mortífera!, que tantas dores trouxe aos Aqueus
e tantas almas valentes de heróis lançou no Hades,
ficando seus corpos como presa para cães e aves"
Ilíada - Homero
III.
MADAME CLESSI - Deixa o homem! Como foi que você soube do meu nome?
ALAÍDE - Me lembrei agora! (noutro tom) Ele está-me olhando. (noutro tom, ainda)
Foi uma conversa que eu ouvi quando a gente se mudou. No dia mesmo, entre papai e mamãe. Deixe eu me recordar como foi...
Vestido de noiva - Nelson Rodrigues
IV.
"(...) Ele gostava de matar, por seu miúdo regozijo. Nem contava valentias, vivia dizendo que não era mau. Mas, outra vez, quando um inimigo foi pego, ele mandou: - "Guardem este." Sei o que foi. Levaram aquele homem, entre as árvores duma capoeirinha, o pobre ficou lá, nhento, amarrado na estaca.
Grande Sertão: Veredas - João Guimarães Rosa
Os fragmentos acima representam, respectivamente, os seguintes gêneros:
A) épico - lírico - dramático - narrativo
B) lírico - épico - dramático - narrativo
C) narrativo - dramático - épico - lírico
D) lírico - épico - narrativo - dramático
E) dramático - narrativo - lírico - épico
Resposta: B
Gramática
Revisão
01. Leia os fragmentos abaixo para responder à questão:
I.
"A serena, amorosa Primavera,
O doce autor das glórias que consigo,
A deusa das paixões e de Citera;
Quanto digo, meu bem, quanto não digo,
Tudo em tua presença degenera.
Nada se pode comparar contigo(...)".
Nada se pode comparar contigo - Bocage
II.
"Canta, ó deusa, a cólera de Aquiles, o Pelida
(mortífera!, que tantas dores trouxe aos Aqueus
e tantas almas valentes de heróis lançou no Hades,
ficando seus corpos como presa para cães e aves"
Ilíada - Homero
III.
MADAME CLESSI - Deixa o homem! Como foi que você soube do meu nome?
ALAÍDE - Me lembrei agora! (noutro tom) Ele está-me olhando. (noutro tom, ainda)
Foi uma conversa que eu ouvi quando a gente se mudou. No dia mesmo, entre papai e mamãe. Deixe eu me recordar como foi...
Vestido de noiva - Nelson Rodrigues
IV.
"(...) Ele gostava de matar, por seu miúdo regozijo. Nem contava valentias, vivia dizendo que não era mau. Mas, outra vez, quando um inimigo foi pego, ele mandou: - "Guardem este." Sei o que foi. Levaram aquele homem, entre as árvores duma capoeirinha, o pobre ficou lá, nhento, amarrado na estaca.
Grande Sertão: Veredas - João Guimarães Rosa
Os fragmentos acima representam, respectivamente, os seguintes gêneros:
A) épico - lírico - dramático - narrativo
B) lírico - épico - dramático - narrativo
C) narrativo - dramático - épico - lírico
D) lírico - épico - narrativo - dramático
E) dramático - narrativo - lírico - épico
Resposta: B
Variedades linguísticas
Tipos de variação
Preconceito linguístico
A norma-padrão
REVISÃO
01. Leia, com atenção, o texto abaixo para responder à questão de número 1.
“A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
Vinha da boca do povo na língua errada do povo
Língua certa do povo
Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
Ao passo que nós
O que fazemos
É macaquear
A sintaxe lusíada”. (Evocação do Recife. Manuel Bandeira)
A leitura do texto permite afirmar que:
A) Só a língua escrita deve ser considerada como correta.
B) O povo fala errado o português do Brasil.
C) Devemos seguir as regras da sintaxe.
D) Os escritores brasileiros devem considerar a linguagem do povo.
Resposta: D
02. Leia o seguinte texto:
“... A gramática deverá, primeiro, colocar em seu devido lugar as afirmações de cunho normativo: não necessariamente suprimindo-as, mas apresentando o dialeto padrão como uma das possíveis variações da língua, adequada em certas circunstâncias e inadequada em outras (é tão “incorreto” escrever um tratado de filosofia no dialeto coloquial quanto namorar usando o dialeto padrão). Depois, a gramática deverá pelo menos descrever as principais variantes (regionais, sociais e situacionais) do português brasileiro, abandonando a ficção, cara a alguns, de que o português no Brasil é uma entidade simples e homogênea. Finalmente, e acima de tudo, a gramática deverá ser sistemática, teoricamente consistente e livre de contradições.” (PERINI, M.A. Para uma Nova Gramática do Português. São Paulo: Ática, 1988)
I. As regras gramaticais não podem prescrever um só padrão linguístico para todas as situações, pois existem variantes linguísticas distintas.
II. A descrição linguística deve abandonar a literatura de ficção, cujo custo é inacessível para grande parte da população.
III. A descrição das principais variantes deve demonstrar a heterogeneidade e a complexidade do português no Brasil.
Assinale a alternativa correta, relacionando o texto às afirmações.
A) Todas estão corretas
B) Apenas I e II estão corretas
C) Apenas I e III estão corretas
D) Apenas II e III estão corretas
E) Todas estão corretas.
2o. ANO - LINGUAGEM, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - 2019
2o. ANO - LINGUAGEM, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - 2019
LÍNGUA E LINGUAGEM
PROPOSTA DE ENSINO (Conteúdo geral, metodologia, avaliação, bibliografia etc.)
REVISÃO GERAL - o que aprendemos?
RELAÇÕES MORFOSSINTÁTICAS
Forma e função
SUBSTANTIVO
Definição e classificação
As flexões do substantivo
Reflexões funcionais
ADJETIVO
Definição e classificação
Flexão
Reflexões funcionais
PRONOME I
Definição e classificação
Reflexões funcionais
PRONOME II
Definição e classificação
LITERATURA
A ESTÉTICA ROMÂNTICA
ROMANTISMO EM PORTUGAL
O ROMANTISMO: A FORÇA DOS SENTIMENTOS
OS PRIMEIROS ROMÂNTICOS
POEMA, PROSA E TEATRO
ROMANTISMO NO BRASIL
PRIMEIRA GERAÇÃO: LITERATURA E NACIONALIDADE
SEGUNDA GERAÇÃO: IDEALIZAÇÃO, PAIXÃO E MORTE
TERCEIRA GERAÇÃO: A POESIA SOCIAL
PRODUÇÃO DE TEXTO
DISSERTAÇÃO-ARGUMENTATIVA
COMPETÊNCIAS:
Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita;
Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo;
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista;
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação;
Elaborar proposta de solução para o problema abordado, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
Livro didático
O RELATO DE EXPERIÊNCIAS VIVIDAS
O CARTAZ E O ANÚNCIO PUBLICITÁRIO
O DOCUMENTÁRIO
ESTUDE MAIS!!!
ENEM
SSA - UPE
LÍNGUA E LINGUAGEM
PROPOSTA DE ENSINO (Conteúdo geral, metodologia, avaliação, bibliografia etc.)
REVISÃO GERAL - o que aprendemos?
RELAÇÕES MORFOSSINTÁTICAS
Forma e função
SUBSTANTIVO
Definição e classificação
As flexões do substantivo
Reflexões funcionais
ADJETIVO
Definição e classificação
Flexão
Reflexões funcionais
PRONOME I
Definição e classificação
Reflexões funcionais
PRONOME II
Definição e classificação
LITERATURA
A ESTÉTICA ROMÂNTICA
ROMANTISMO EM PORTUGAL
O ROMANTISMO: A FORÇA DOS SENTIMENTOS
OS PRIMEIROS ROMÂNTICOS
POEMA, PROSA E TEATRO
ROMANTISMO NO BRASIL
PRIMEIRA GERAÇÃO: LITERATURA E NACIONALIDADE
SEGUNDA GERAÇÃO: IDEALIZAÇÃO, PAIXÃO E MORTE
TERCEIRA GERAÇÃO: A POESIA SOCIAL
PRODUÇÃO DE TEXTO
DISSERTAÇÃO-ARGUMENTATIVA
COMPETÊNCIAS:
Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita;
Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo;
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista;
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação;
Elaborar proposta de solução para o problema abordado, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
Livro didático
O RELATO DE EXPERIÊNCIAS VIVIDAS
O CARTAZ E O ANÚNCIO PUBLICITÁRIO
O DOCUMENTÁRIO
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018
IV - UNIDADE
ATENÇÃO! Após cada aula, os estudantes deverão escrever um resumo sobre o tema central abordado. Para isso, é preciso destacar: a metodologia e os recursos utilizados pelo professor, bem como os principais tópicos trabalhados.
1. RESUMO - sobre morfologia (estrutura das palavras e o estudo dos radicais gregos e latinos)
CONTEÚDO
Língua Portuguesa e
Literatura – IV Unidade 8/10/2018.
Literatura
Arcadismo
Foco
na imagem
Contexto
de produção e recepção do Arcadismo
Produção
literária
Principais
autores
Cláudio
Manuel da Costa – Obras/ Obras poética
Tomás
Antônio Gonzaga – Marília de Dirceu e Cartas chilenas
Frei
José de Santa Rita Durão – Caramuru
Basílio
da Gama – Uraguai
Bocage
– sonetos
Foco
no texto:
sonetos de Bocage; sonetos de Cláudio Manuel da Costa;
trechos de Marília de Dirceu e Cartas chilenas, de Tomás Antônio Gonzaga.
sonetos de Bocage; sonetos de Cláudio Manuel da Costa;
trechos de Marília de Dirceu e Cartas chilenas, de Tomás Antônio Gonzaga.
Língua
e Linguagem
Anúncio
publicitário
Morfologia
(parte I)
Processo
de formação de palavras
Morfologia (parte II)
____________________________________
IMPORTANTE!
Radicais
gregos e latinos
Prefixos
gregos e latinos
Sufixos
gregos e latinos (nominais e verbais)
____________________________________
Produção de texto
Projeto campanha contra o Cyberbullying
________________________________________
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS:
LÍNGUA E LINGUAGEM
01. A opção em que o elemento mórfico destacado está analisado incorretamente é:
A) capacidade - vogal temática
B) visualizar - sufixo
C) existe - desinência número-pessoal
D) juiz - radical
E) conheça - desinência modo-temporal
RESPOSTA: C - (o elemento em destaque é vogal temática)
02. Certas palavras,como "possível", apresentam o sufixo "-vel" e, ao receberem um novo sufixo, têm "-vel" substituído por "bil". Isso ocorre em todos os casos a seguir, à exceção de:
A) amabilidade
B) habilidade
C) mobilidade
D) miserabilidade
E) vulnerabilidade
RESPOSTA: B - (habilidade vem de hábil)
LITERATURA
03. Leia os versos do poeta Bocage.
Vem, oh Marília, vem lograr comigo
Destes alegres camposa beleza,
Destas copadas árvores o abrigo
Deixa louvar da corte a vã grandeza;
Quanto me agrada mais estar contigo,
Notamos as perfeições da Natureza!
Nestes versos,
A) o poeta encara o amor de forma negativa por causa da fugacidade do tempo.
B) a linguagem, altamente subjetiva, denuncia características pré-românticas do autor.
C) a emoção predomina sobre a razão, numa ânsia de se aproveitar o tempo presente.
D) o amor e a mulher são idealizados pelo poeta, portanto, inacessíveis a ele.
E) o poeta propõe, em linguagem clara, que se aproveite o presente de forma simples junto à natureza.
RESPOSTA: E
________________________________________
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS:
LÍNGUA E LINGUAGEM
01. A opção em que o elemento mórfico destacado está analisado incorretamente é:
A) capacidade - vogal temática
B) visualizar - sufixo
C) existe - desinência número-pessoal
D) juiz - radical
E) conheça - desinência modo-temporal
RESPOSTA: C - (o elemento em destaque é vogal temática)
02. Certas palavras,como "possível", apresentam o sufixo "-vel" e, ao receberem um novo sufixo, têm "-vel" substituído por "bil". Isso ocorre em todos os casos a seguir, à exceção de:
A) amabilidade
B) habilidade
C) mobilidade
D) miserabilidade
E) vulnerabilidade
RESPOSTA: B - (habilidade vem de hábil)
LITERATURA
03. Leia os versos do poeta Bocage.
Vem, oh Marília, vem lograr comigo
Destes alegres camposa beleza,
Destas copadas árvores o abrigo
Deixa louvar da corte a vã grandeza;
Quanto me agrada mais estar contigo,
Notamos as perfeições da Natureza!
Nestes versos,
A) o poeta encara o amor de forma negativa por causa da fugacidade do tempo.
B) a linguagem, altamente subjetiva, denuncia características pré-românticas do autor.
C) a emoção predomina sobre a razão, numa ânsia de se aproveitar o tempo presente.
D) o amor e a mulher são idealizados pelo poeta, portanto, inacessíveis a ele.
E) o poeta propõe, em linguagem clara, que se aproveite o presente de forma simples junto à natureza.
RESPOSTA: E
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
III UNIDADE - LITERATURA E LINGUAGEM
III - UNIDADE - 1o. ANO - ENSINO MÉDIO
Barroco (pintura, escultura, música e literatura)
Revisão dos slides
Panorama histórico
Características
Principais autores e obras
Ficha de exercícios
Anotações
Exercícios do livro didático
LINGUAGEM
Fonética e Fonologia
Revisão dos slides
Acentuação gráfica
Ortografia
Homônimos e Parônimos
Ficha de exercícios
Anotações
Exercícios do livro didático
Realize as atividades da plataforma
Produção de texto: gêneros digitais, artigo de opinião e debate regrado (conforme o livro didático)
BARROCO
Os sentimentos se exaltam, não são mais controlados pela razão.
A linguagem não segue a clareza do Classicismo e é construída tortuosamente, no sentido de captar, através de antíteses e imagens sugestivas, o que é a vida, a morte, o destino, o amor.
A antítese entre vida e morte está no centro da arte barroca.
Surge em um momento histórico conturbado, da Contrarreforma e de muitas guerras.
A LINGUAGEM BARROCA
Cultismo (ou gongorismo)
Utiliza-se do jogo de palavras, das antíteses, das hipérboles, das metáforas, das frases tortuosas.
Linguagem preciosa e rebuscada.
Um dos grandes poetas cultistas foi o espanhol Luís de Gôngora; por isso, o cultismo é também conhecido por gongorismo.
Conceptismo (ou quevedismo)
O rebuscamento se dá na expressão do raciocínio, com a exploração do jogo de ideias e sutilezas de argumentação.
O espanhol Francisco de Quevedo foi o expoente desse estilo.
GREGÓRIO DE MATOS
Maior nome da poesia barroca brasileira.
Não teve nenhum livro publicado em vida
Sua obra pode ser dividida em três linhas temáticas: religiosa, amorosa, satírica.
PADRE ANTÔNIO VIEIRA
Padre jesuíta e um dos melhores oradores do século XVII.
Discutiu questões políticas, criticou os impostos injustos que sangravam o Brasil e participou ativamente das expedições de catequese.
Principais sermões:
Sermão do mandato - aborda o amor místico de Cristo.
Sermão da sexagésima - discorre sobre a arte de pregar.
Sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal contra as de Holanda - proferido por ocasião do cerco dos holandeses à cidade da Bahia.
Sermão de Santo Antônio aos peixes - trata da escravidão do indígena.
BARROCO
Os sentimentos se exaltam, não são mais controlados pela razão.
A linguagem não segue a clareza do Classicismo e é construída tortuosamente, no sentido de captar, através de antíteses e imagens sugestivas, o que é a vida, a morte, o destino, o amor.
A antítese entre vida e morte está no centro da arte barroca.
Surge em um momento histórico conturbado, da Contrarreforma e de muitas guerras.
A LINGUAGEM BARROCA
Cultismo (ou gongorismo)
Utiliza-se do jogo de palavras, das antíteses, das hipérboles, das metáforas, das frases tortuosas.
Linguagem preciosa e rebuscada.
Um dos grandes poetas cultistas foi o espanhol Luís de Gôngora; por isso, o cultismo é também conhecido por gongorismo.
Conceptismo (ou quevedismo)
O rebuscamento se dá na expressão do raciocínio, com a exploração do jogo de ideias e sutilezas de argumentação.
O espanhol Francisco de Quevedo foi o expoente desse estilo.
GREGÓRIO DE MATOS
Maior nome da poesia barroca brasileira.
Não teve nenhum livro publicado em vida
Sua obra pode ser dividida em três linhas temáticas: religiosa, amorosa, satírica.
PADRE ANTÔNIO VIEIRA
Padre jesuíta e um dos melhores oradores do século XVII.
Discutiu questões políticas, criticou os impostos injustos que sangravam o Brasil e participou ativamente das expedições de catequese.
Principais sermões:
Sermão do mandato - aborda o amor místico de Cristo.
Sermão da sexagésima - discorre sobre a arte de pregar.
Sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal contra as de Holanda - proferido por ocasião do cerco dos holandeses à cidade da Bahia.
Sermão de Santo Antônio aos peixes - trata da escravidão do indígena.
sexta-feira, 29 de junho de 2018
GABARITO - AVALIAÇÃO II - UNIDADE
Gabarito - Avaliação II Unidade - 01. B; 02. B; 03. C; 04. B; 05, B; 06. C; 07. A; 08. A; 09. E; 10. A
segunda-feira, 7 de maio de 2018
II Unidade - 2018
----------------------------------------------------------------
LÍNGUA E LINGUAGEM: SEMÂNTICA (PARTE II) (p. 151)
Negação e ironia
Implícitos
Expressões idiomáticas e frases feitas
VAMOS PENSAR!
"No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da classe dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado... A escola não pode ignorar as diferenças sociolinguísticas" (BORTONI-RICARDO, Stella Maris. A variedade linguística como processo identitário: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola Editorial, 2005, p. 14-15).
-----------------------------------------------------------------
"No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da classe dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado... A escola não pode ignorar as diferenças sociolinguísticas" (BORTONI-RICARDO, Stella Maris. A variedade linguística como processo identitário: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola Editorial, 2005, p. 14-15).
-----------------------------------------------------------------
II UNIDADE - 2018
Lembrem-se de que é fundamental:
(i) realizar os exercícios do livro didático;
(ii) revisar os conteúdos apresentados pelo professor;
(iii) revisitar as pesquisas solicitadas.
(i) realizar os exercícios do livro didático;
(ii) revisar os conteúdos apresentados pelo professor;
(iii) revisitar as pesquisas solicitadas.
LITERATURA: CLASSICISMO (p. 96)
Contexto de produção e recepção do Classicismo
LÍNGUA E LINGUAGEM: FIGURAS DE LINGUAGEM (p. 107)
Diferença entre "denotação" e "conotação".
---------------------------------------------------------
VAMOS PENSAR!
O que os linguistas brasileiros vêm efetivamente combatendo é o caráter excessivamente artificial do nosso padrão; é a concepção do padrão como camisa-de-força e todos os preconceitos daí advindos" (FARACO, Carlos Alberto.Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 79).
---------------------------------------------------------
LITERATURA: CLASSICISMO EM PORTUGAL (p.126)
Luís Vaz de Camões
A épica camoniana
Os Lusíadas
A lírica camoniana
Sonetos
LÍNGUA E LINGUAGEM: O QUE É SEMÂNTICA? (p. 134)
Ambiguidade
Polissemia
Sinonímia
Paráfrase
Contexto de produção e recepção do Classicismo
LÍNGUA E LINGUAGEM: FIGURAS DE LINGUAGEM (p. 107)
Diferença entre "denotação" e "conotação".
---------------------------------------------------------
VAMOS PENSAR!
O que os linguistas brasileiros vêm efetivamente combatendo é o caráter excessivamente artificial do nosso padrão; é a concepção do padrão como camisa-de-força e todos os preconceitos daí advindos" (FARACO, Carlos Alberto.Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 79).
---------------------------------------------------------
LITERATURA: CLASSICISMO EM PORTUGAL (p.126)
Luís Vaz de Camões
A épica camoniana
Os Lusíadas
A lírica camoniana
Sonetos
LÍNGUA E LINGUAGEM: O QUE É SEMÂNTICA? (p. 134)
Ambiguidade
Polissemia
Sinonímia
Paráfrase
LITERATURA DE INFORMAÇÃO/ LITERATURA DOS VIAJANTES (p. 146)
LÍNGUA E LINGUAGEM: SEMÂNTICA (PARTE II) (p. 151)
Negação e ironia
Implícitos
Expressões idiomáticas e frases feitas
Livro recomendado para esta unidade: "TERRA PAPAGALLI", de José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta
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